A chance de começar de novo uma história de vida diferente é realidade para reeducandos egressos do sistema prisional, que prestam serviços para o Tribunal de Justiça do Estado. Há um mês, eles têm a oportunidade de reinserção social através do trabalho.

A iniciativa da Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargadora Willamara Leila, proporciona ressocialização aos reeducandos. O projeto deu tão certo, que os novos trabalhadores já conquistaram a simpatia dos Servidores do TJTO.

Para a Servidora da Divisão de Serviços Gerais, Juscelene Ribeiro Ferreira, o convívio profissional é harmônico e tranqüilo. “Acho essa iniciativa muito justa e sinto-me à vontade no meu trabalho, com os novos colegas”, disse.

No total são dez vagas, sendo seis para Palmas, duas para Araguaína e duas para Gurupi. Os reeducandos atuam na manutenção hidráulica e elétrica do TJTO e fóruns. A pretensão é de que novas vagas sejam disponibilizadas a fim de ampliar o programa.

Para a Presidente Willamara Leila, o trabalho valoriza e dignifica a pessoa humana, mas é preciso ir além, pois o processo de ressocialização é complexo e exige lealdade e compromisso, a fim de se conquistar a confiança da Sociedade. "É um programa que muito nos orgulha, pois possibilita a ressocialização e dá oportunidade a essas pessoas. Trabalhando, elas podem garantir o sustento da família com dignidade e respeito da comunidade. É um programa de cidadania para aqueles que encontram dificuldade de se colocar no mercado de trabalho", afirmou a Presidente.

Começar de novo
O Tribunal de Justiça apóia o Programa Começar de Novo, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para a ressocialização de presos e egressos do sistema prisional e jovens em conflito com a lei. A ação do TJTO também acompanha os preceitos do Programa que, deverá disponibilizar até o final do ano, 7.000 vagas de trabalho e cursos de capacitação. 


Assessoria de Comunicação do TJTO