A Corregedoria Nacional de Justiça deve firmar convênio com o Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP), entidade consultiva do Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas (ONU), que trabalha com pessoas ameaçadas, principalmente por serem vítimas ou testemunhas de crimes.

Segundo Júlio César Machado Ferreira de Melo, juiz auxiliar da Corregedoria, a entidade já repassou cinco casos para acompanhamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).  O Gajop monitora os processos e repassa as informações à ONU.

Daqui por diante, a Corregedoria também passará a acompanhar os casos. Alguns deles, de acordo com o juiz, podem ser incluídos no programa Justiça Plena, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), instituído pela ministra Eliana Calmon para ajudar os magistrados a solucionar processos de grande repercussão social, que não estejam com andamento satisfatório. 
 
Gilson Luiz Euzébio
Agência CNJ de Notícias