O trabalho desenvolvido pela Justiça Móvel foi tema de uma palestra proferida pelo conciliador Tony Sousa aos corretores de seguros de Palmas na noite desta quinta-feira (24/03). Reunidos no Sindicato da categoria, os profissionais puderam conhecer quais os benefícios para os cidadãos que acionam o serviço disponibilizado pelo Judiciário tocantinense e sua importância para a sociedade.

Conheça a Justiça Móvel e como acioná-la
A equipe da Justiça Móvel de Palmas divulgou os números dos atendimentos realizados entre março de 2010 e fevereiro de 2011. Foram 293 atendimentos, dos quais 237 resultaram em acordo entre as partes. Bastante expressivos, esses números mostram que conciliar está se tornando a melhor saída para resolver pequenos litígios.

A conciliadora Rosangela Cruz explica que o serviço da Justiça Móvel é totalmente gratuito. Ela conta que tem percebido uma consciência das pessoas em relação à conciliação. “A maioria dos nossos atendimentos resulta em acordos e as partes envolvidas saem satisfeitas, o que é gratificante para nós como conciliadores”, afirmou.

A Justiça Móvel realiza atendimentos em Palmas desde 1° de julho de 2007 quando foi firmado um Convênio de Cooperação Técnica entre os Poderes Executivo, Judiciário e o Município de Palmas para a manutenção do serviço. Hoje, conta com uma equipe de dois conciliadores, dois motoristas, dois agentes de trânsito e dois policiais militares, que trabalham em regime de turnos.

O Projeto Justiça Móvel tem como objetivo primordial o de resolver os conflitos ainda no local do acidente, sem os percalços que a lentidão dos processos geralmente ocasiona aos litigantes. Além disso, também valoriza, não só a economia e celeridade processuais, como também a utilização do serviço móvel como instrumento de conscientização e humanização do trânsito.

O atendimento pode ser solicitado por meio do número 159, de segunda à sexta-feira, no período de 07h30 as 19h30. Os envolvidos em acidentes de trânsito acionam a Justiça Móvel ainda no local do acidente e os conciliadores atuam como intermediadores para que seja feito um acordo entre as partes. Não havendo consenso, a equipe da Unidade Móvel efetua a apuração do acidente, encaminhando os autos para o juizado competente. É importante ressaltar que a Polícia Militar também deve ser acionada pelas partes envolvidas, antes mesmo do acionamento da Justiça Móvel.

Na noite desta quarta-feira, (24/03), o conciliador Tony Sousa concedeu uma palestra para o Sindicato dos Corretores de seguros de Palmas. Na oportunidade ele divulgou os trabalhos oferecidos pela Justiça Móvel, destacando sua importância para a sociedade.